Você também acha que negócios são negócios?

Em recente visita ao Guiné Equatorial com o presidente Lula, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu a ampliação da relação comercial entre o Brasil e aquele país, acusado de graves violações dos direitos humanos, sob argumento de que “negócios são negócios”.

A afirmação revela uma forma de ver o mundo corporativo, que, ao longo do tempo, tornou-se um espelho da prática dos “homens de negócio”. Ela considera que para obter um bom resultado comercial, há espaço para atropelar alguns valores éticos e direitos mais básicos, colocados assim num segundo plano.

Leia no Blog do Prof. Carlos Faccina:

http://colunas.epocanegocios.globo.com/carreira/2010/07/08/voce-tambem-acha-que-negocios-sao-negocios/

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